O folego das tuas maos gritantes arrefece a inquietude formal e conturbada.
A dormencia do teu olhar rebuscado faz com que tudo o que é meu pois so a mim me pertence subjogue o calor anormal, como se de uma anestisia se trata-se.
nada do que faço me pertence,logo , tudo o que me pertence nao fui eu que fiz.
O horario da paixao anda atrasado.
O corpo do sentimento esta abalado.
A paixao sentimentalmente salgada permanece na isençao de um corpo somente anestesiado
A humanidade universal
A verdade transversal
possivel?
Eu sou particular
A mentira imedivel
sim é possivel!
Idealizaçao limitada
sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
a preplexidade é persistente
A autenticidade de um gesto lutador de nada serve.
É a procura ja encontrada, que leva ao alívio superficial de uma lingua já queimada, já sabida.
A incompreençao é tão conscientemente compreendida que ascende á ignorancia terrena. Baseia-se na insatisfaçao divina. Fundamenta-se com particolaridades aleanadas de um colectivo generalista.
A falta de inconsciencia monótonamente fluida, cria cruzamentos paralelos, nos quais desorientadamente te iludes.
A permanencia é concistente, a magia descontente.
E o gesto isento de preocupaçoes sentidas, age perante uma recçao pensada.
É a procura ja encontrada, que leva ao alívio superficial de uma lingua já queimada, já sabida.
A incompreençao é tão conscientemente compreendida que ascende á ignorancia terrena. Baseia-se na insatisfaçao divina. Fundamenta-se com particolaridades aleanadas de um colectivo generalista.
A falta de inconsciencia monótonamente fluida, cria cruzamentos paralelos, nos quais desorientadamente te iludes.
A permanencia é concistente, a magia descontente.
E o gesto isento de preocupaçoes sentidas, age perante uma recçao pensada.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
rebatimento invertido
Fé inganadora,
Sabedoria impostora,
Magia negra.
Pensamento inssencivel,
Sentimento impenssavel.
Sinceramente
Pura Ilusão
Para quê fugrir da devastaçao
E com tanta imaginaçao
Realmente
Pura Ilusão.
Sabedoria impostora,
Magia negra.
Pensamento inssencivel,
Sentimento impenssavel.
Sinceramente
Pura Ilusão
Para quê fugrir da devastaçao
E com tanta imaginaçao
Realmente
Pura Ilusão.
MINHAS VEIAS
que sabor amargo
que dor vã
que mente sã
corre as tuas veias
preenche o meu coraçao
tudo o que receias
simplesmente
pura paixao
que dor vã
que mente sã
corre as tuas veias
preenche o meu coraçao
tudo o que receias
simplesmente
pura paixao
diluvios
se a alma errompe da pele
se a água nos vem de dentro
se esculpimos grandeza
Rebaixamos natureza
E se seres somos
porque nao cantar natureza?!
A tua pele esculpe a irreverencia monótona de um suspiro, que surge numa sequencia ofegante, num jogo de luz sombrio.
Esperas o renascimento.
julgas tu, que ele te há de chegar.
O sabor amargo da
tua voz antitetica.
Ameaça o azul paradoxal
do meu olhar.
MENTE MENTE, AMPLIA-ME
MENTE MENTE, RECRUTA-ME
INFELIZMENTE, MENTE MENTE
SOU TUA INSANIDADE.
se a água nos vem de dentro
se esculpimos grandeza
Rebaixamos natureza
E se seres somos
porque nao cantar natureza?!
A tua pele esculpe a irreverencia monótona de um suspiro, que surge numa sequencia ofegante, num jogo de luz sombrio.
Esperas o renascimento.
julgas tu, que ele te há de chegar.
O sabor amargo da
tua voz antitetica.
Ameaça o azul paradoxal
do meu olhar.
MENTE MENTE, AMPLIA-ME
MENTE MENTE, RECRUTA-ME
INFELIZMENTE, MENTE MENTE
SOU TUA INSANIDADE.
em mim, sem mim.
A expressao monótona, envolve o olhar de quem te vê.
A fluides, dentro da tua livre prisao, é para quem te sente.
És coisa nenhuma, pois tens tudo de mim.
A fluides, dentro da tua livre prisao, é para quem te sente.
És coisa nenhuma, pois tens tudo de mim.
sem titulo
O teu choro ecoa como uma cançao de dor, de idade, que percorre cidades, arrepia até as pedras da calçada.
Logo de manha choras liberdade, fechas os olhos de quem nao te vê fixando o seu olhar, sorris a luz do sal.
E falas o azul da tua pura fé, paralizantemente verdadeira.
Logo de manha choras liberdade, fechas os olhos de quem nao te vê fixando o seu olhar, sorris a luz do sal.
E falas o azul da tua pura fé, paralizantemente verdadeira.
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