O teu choro ecoa como uma cançao de dor, de idade, que percorre cidades, arrepia até as pedras da calçada.
Logo de manha choras liberdade, fechas os olhos de quem nao te vê fixando o seu olhar, sorris a luz do sal.
E falas o azul da tua pura fé, paralizantemente verdadeira.
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